Leivinha foi um dos pilares da Segunda Academia do Palmeiras na década de 1970. Chegou ao clube em 1971 após passagem pela Portuguesa, estreando com gols em vitória por 4 a 0 sobre o Guarani. Logo mostrou infiltração precisa e presença constante na área.
Ao lado de Ademir da Guia, César Maluco e Dudu, formou a espinha dorsal de um dos elencos mais lembrados. Quando César Maluco ficava suspenso, Leivinha assumia o protagonismo ofensivo e conduzia o setor de ataque.
Entre 1971 e 1975, ele atuou em mais de 260 partidas e marcou mais de 100 gols, consolidando-se como ídolo da geração. Seu faro de finalização destoava para um meia-atacante, reforçando a versatilidade ofensiva do Palmeiras da época.
Jogos e gols
As estatísticas de Leivinha variam conforme a fonte, mas mantêm consistência na faixa de 260 a 267 jogos e 105 a 108 gols pelo Palmeiras. Ele figura entre os 15 maiores artilheiros do clube e está entre os cinco que mais balançaram as redes em Campeonatos Brasileiros.
Títulos pelo Palmeiras
Durante a trajetória na Segunda Academia, Leivinha integrou a equipe campeã em vários torneios. Conquistou o Campeonato Paulista (1972, 1974) e o Campeonato Brasileiro (1972, 1973). Também venceu o Torneio Laudo Natel (1972) e o Ramón de Carranza, em duas edições.
Desfecho da passagem pelo clube
A relação com o Palmeiras se encerrou em 1975, com o último compromisso em amistoso contra o Real Madrid, vencido por 3 a 1, no qual Leivinha marcou. Em seguida, transferiu-se ao Atlético de Madrid, onde também conquistou títulos relevantes.
Perfil técnico e legado
Posicionado como meia e meia-atacante, Leivinha destacava-se pela velocidade de toque, leitura de jogo e presença constante na área. Era cabeceador preciso e finalizador eficiente com os pés, combinando técnica e oportunismo.
Sua trajetória é lembrada como parte do período de ouro do Palmeiras, marcado pela atuação decisiva de jogadores que moldaram uma geração de sucesso no futebol brasileiro.
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