Lucho Acosta, meia argentino do Fluminense, revelou que abriu mão de comer carne há cerca de cinco anos. A decisão começou por orientação médica durante sua passagem pelo Atlas, do México, entre 2020 e 2021.
Segundo o jogador, o hábito vale por aproximadamente 11 meses no ano, ou seja, durante a temporada, para evitar efeitos da clenbuterol. Ele passou a substituir a proteína animal por opções vegetais e outras fontes de proteína.
A medida foi adotada após orientação de nutricionistas e médicos do clube mexicano, com justificativa de manter o condicionamento e a recuperação. Em férias na Argentina, ele admite ceder em parte, chegando a provar churrasco, mas busca evitar.
O clenbuterol, substância associada a alertas em torneios brasileiros e internacionais, pode alterar desempenho, mesmo sem uso intencional. Casos passados incluem fluidamente incidentes em Copas e partidas amistosas, reforçando a cautela na alimentação.
Antes de chegar ao Fluminense, Acosta passou por FC Cincinnati e FC Dallas, nos Estados Unidos. A trajetória dele no México influenciou a adoção da dieta sem carne, que ele mantém na atual rotina profissional.
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