Carolina Marín anunciou a aposentadoria da carreira profissional no badminton, após uma trajetória marcada por ouro olímpico e títulos mundiais. A jogadora de 32 anos negocia um futuro com foco na saúde física e mental, decorrente de uma grave lesão no joelho nos Jogos de Paris 2024.
A campeã espanhola revelou números de seu patrimônio em entrevista ao programa La Revuelta, destacando que sua reserva financeira fica entre 2 e 3 milhões de euros, com a maior parte investida em imóveis. A explicação é de reinvestimento estratégico dos ganhos ao longo da carreira.
Além dos prêmios, Marín soma rendimentos com patrocínios e contratos de apoio, que fortalecem seu patrimônio de longo prazo. Entre as marcas que a acompanham estão Iberdrola, Santander, Meliá, Movistar e a Yonex, além de reconhecimentos institucionais.
Fontes de renda e estratégia financeira
Segundo a atleta, o ganho direto em torneios é estimado em cerca de 1,2 milhão de euros, posição que a coloca entre as atletas mais bem remuneradas do circuito. O Prêmio Princesa de Asturias dos Esportes 2024 rendeu 50 mil euros adicionais.
A imagem de Marín foi alavancada pela nomeação como Embaixadora Turística da Província de Huelva, anunciada em outubro de 2025, fortalecendo vínculos com a região natal e ampliando a atuação além das quadras.
Trajetória esportiva e desdobramentos
Desde o início no badminton em 2001 e entrada na seleção em 2007, a carreira de Marín foi marcada por disciplina e conquistas, mas também por perdas familiares em 2020 e lesões subsequentes. A aposentadoria abre caminho para novas oportunidades sem deixar de manter o patrimônio consolidado.
A reportagem original foi publicada pela Forbes.es e traz visão consolidada sobre como a atleta transformou sucesso esportivo em planejamento financeiro estável, com foco no futuro pós-carreira.
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