O Fluminense vive um “bom problema” técnico com o elenco encorpado sob o comando de Zubeldía. A diversidade de opções força o treinador a escolher quem entra em campo, o que, de início, tem gerado resultados positivos.
A pressão aumenta com as chegadas de Millán e Castillo, que elevam o nível em setores-chave. Freytes e John Kennedy ganharam espaço nas últimas partidas, respondendo bem à disputa por posições.
A competição interna ajuda na parte física ao permitir rodízio, mantendo o ritmo dos atletas. Zubeldía costuma elogiar a necessidade de ter opções para cada desempenho e estratégia.
Evolução por posição
Na lateral esquerda, Renê é titular pelo desempenho, mas Arana atua com frequência. O treinador deve promover mudanças semelhantes em outras áreas conforme o ritmo de cada duelo.
A escolha pelo centroavante também ganhou nuances. Castillo e John Kennedy têm estilos distintos; o segundo foi escalado como titular para adaptar o ataque a uma frente mais móvel e veloz.
Próximo desafio
A profundidade do elenco será testada no sábado, às 20h30, diante do Coritiba, no Couto Pereira. Lucho Acosta está suspenso após receber o terceiro cartão amarelo; Serna e Ganso disputam a vaga para a posição.
O objetivo de Zubeldía é manter o equilíbrio entre esforço físico e entrega de rendimento. A diretoria já consolidou o rodízio como prática padrão para a temporada.
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