O Palmeiras venceu o Bahia por 2 a 1 na 10ª rodada do Brasileirão, com gol decisivo de Ramos Mingo em lance próximo aos acréscimos. A equipe baiana contesta possível falta no lance e acusa erro de arbitragem, sem confirmação pelo VAR.
O jogo ocorreu em São Paulo, com o árbitro Lucas Casagrande apitando. O Bahia questiona a responsabilidade do VAR, alegando que a jogada teve empurrão de Gustavo Gómez que influenciou o desfecho do lance. A decisão final acabou sem marcação de falta.
O interesse público ficou em manter a lisura da decisão, já que o Bahia aponta falha de atuação da arbitragem ao não marcar infração. A partida gerou debates entre ex-árbitros sobre o que ocorreu no fim do duelo.
Opiniões de ex-árbitros
Para Ana Paula Oliveira, a disputa de espaço envolveu empurrões que teriam impacto, sugerindo que a falta deveria ter sido marcada por causar efeito dominó no lance. A análise aponta que o lance não pode ser analisado isoladamente.
Renato Marsiglia vê o gol como legal, com disputa de espaço entre os jogadores. Segundo ele, não houve elemento suficiente para anular o lance, mesmo com a presença de contato.
Alfredo Loebeling sustenta que a falta é evidente, com empurrão que teria impacto relevante. Questiona por que o VAR não revisou o lance, indicando possível falha no protocolo.
Manoel Serapião afirma que houve empurrão claro de jogador do Palmeiras sobre o Bahia, o que deveria ter sido marcado a favor do time visitante.
Ulisses Tavares reforça a existência de falta com uso do braço por parte do Palmeiras, deslocando o defensor do Bahia, e critica a comunicação do VAR na ocasião.
Emídio Marques destaca a necessidade de confirmação do erro, apontando que o árbitro de campo não percebeu a infração, enquanto o VAR não informou a falta.
Reação do Bahia
O técnico Rogério Ceni criticou a arbitragem, afirmando que o jogo foi decidido pelo VAR e cobrando transparência das entrevistas dos responsáveis pelo plantão de arbitragem. O treinador descreveu o desempenho como inadequado.
O zagueiro David Duarte também se manifestou, destacando a presença de câmeras e replay que comprovam o toque, mas a arbitragem não teria respondido. A deputação de fala do Bahia não foi divulgada pela CBF.
A súmula relata apenas que o árbitro foi abordado por um diretor do Bahia ao deixar o estádio, sem detalhar o conteúdo, mantendo a imprensa sem o áudio do VAR para o lance.
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