A fase de grupos da Libertadores 2026 começou nesta terça-feira (6). Seis clubes brasileiros disputam o título: Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Mirassol e Palmeiras. A meta é manter o Brasil com domínio histórico da competição.
O país já conquistou sete edições seguidas da Libertadores, o que iguala a Argentina em número de taças. Os clubes nacionais respondem por 12 das 14 últimas finais e buscam manter a hegemonia continental.
O cenário financeiro sustenta esse aproveitamento. A liga brasileira distribuiu cerca de R$ 2,3 bilhões aos clubes da Série A, com variação significativa entre cotas. Nos estados, Argentina, Uruguai, Chile e Colômbia apresentam receitas menores, com grandes clubes dependendo de transferências.
Mercado de atletas e investimentos avançam no Brasil. Segundo especialistas, as SAFs e as apostas esportivas impulsionaram patrocínios e salários, aproximando o país de ligas europeias em termos de rentabilidade. Assuntos de patrocínio e profissionalização elevam o patamar competitivo.
Entre shows de valorização, o Cruzeiro gastou 30 milhões de euros para contratar Gerson, do Zenit, porém o valor foi superado pelo Flamengo, que comprou Lucas Paquetá por 42 milhões de euros. Os brasileiros concentram os nomes mais valiosos da Libertadores 2026.
Top 10 de valor de mercado dos atletas da competição aponta todos os 51 atletas atuando em clubes do Brasil, segundo a Transfermarkt. Vitor Roque (Palmeiras) lidera com 38 milhões de euros, seguido por Lucas Paquetá (Flamengo) com 35 milhões.
Essa configuração financeira sustenta o desempenho dos clubes nacionais na Libertadores 2026, mantendo o Brasil como referência em receitas, contratos e planejamento esportivo no continente.
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