Pat Burgener, esquiador nascido em Lausanne, da Suíça, foi destaque no Hall da Fama do COB representando a delegação brasileira de inverno. A cerimônia mostra a transição dele para competir pelo Brasil a partir desta temporada, após ter disputado duas Olimpíadas pela Suíça. Burgener recebeu aprovação da FIS para defender as cores do Brasil.
O atleta abriu o evento com um relato de mudança de país ocorrida há cerca de um ano, destacando a motivação brasileira e a busca por continuidade no topo. Ele ressaltou que o esporte é a essência, enquanto o país oferece oportunidades de treinamento e uma atmosfera de apoio.
O momento também contou com a exibição de uma música escolhida pelo próprio Burgener, simbolizando gratidão e perseverança para crianças que sonham com sucesso no esporte. O evento reforça a ligação dele com a comunidade brasileira de inverno.
Homenageados no Hall da Fama do COB
Ricardo Santos e Emanuel Rego foram reconhecidos por suas contribuições ao vôlei de praia brasileiro, consolidando uma das parcerias mais vitoriosas do esporte no cenário internacional. A homenagem evidencia o papel histórico dos atletas para o Brasil no snowboard e nos esportes de inverno.
Recorde de delegação e resultados relevantes
A convocação de 14 atletas, mais um reserva, já marcou a maior participação brasileira em Jogos de Inverno, superando recordes anteriores. O Brasil integrou o top-20 em cinco provas, em quatro modalidades diferentes, numa marca que não ocorria desde 2014.
Entre os destaques, Lucas Pinheiro Braathen conquistou o ouro no slalom gigante, tornando-se o primeiro brasileiro e o primeiro sul-americano a vencer uma medalha de Ouro em Olimpíadas de Inverno. A performance elevou o Brasil à 19ª posição no quadro geral de medalhas.
No bobsled 4-man, o Brasil garantiu a sua segunda final olímpica, terminando em 19º lugar, o melhor desempenho da história do país na modalidade. Nicole Silveira, do skeleton, ficou em 11º lugar, o melhor resultado brasileiro na modalidade. No snowboard e no esqui, Burgener ficou em 14º no halfpipe, e Augustinho Teixeira em 19º, mantendo o país entre os melhores do mundo em neve.
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