Corinthians e Palmeiras empataram sem gols neste domingo, na Neo Química Arena. O clássico teve duas expulsões: André, do Corinthians, e Matheuzinho, do clube paulista, ambas avaliadas pelo VAR sob Flávio Rodrigues de Souza.
No primeiro tempo, André cometeu infração após segurar as partes íntimas ao sentir uma falta de Andreas Pereira. O lance levou a revisão e gerou protestos dos palmeiristas, com o árbitro sendo recomendado pela revisão do VAR.
Aos 17 minutos do segundo tempo, Matheuzinho se envolveu em disputa com Flaco López, houve agressão, e a expulsão ocorreu ao retornar a revisão do VAR, transformando o segundo cartão em vermelho direto.
Para o comentarista PC de Oliveira, a expulsão de André foi correta conforme as regras, com a revisão ajudando a confirmar a decisão no campo. Ele ressaltou a função do VAR na validação de condutas ofensivas.
Sobre Matheuzinho, Oliveira explicou que a expulsão por vermelho direto pode gerar pena mais longa, devido à conduta violenta, e diferenciou de uma expulsão após o terceiro cartão amarelo.
Aos garotos, o lance de pênalti não marcado ocorreu quando Sosa foi cobertura por Gabriel Paulista aos 17 minutos do segundo tempo. A decisão do árbitro gerou críticas, com o VAR sendo citado como relevante para a avaliação.
O clássico também reuniu reclamações de ambos os lados após o apito final, com acusações de agressões entre funcionários de Corinthians e Palmeiras. A polêmica se soma a outro momento polêmico do jogo.
A imprensa destacou a atuação do VAR na maior parte dos lances, especialmente na expulsão de Matheuzinho e na avaliação de outros lances no decorrer da partida, mantendo o registro de um jogo marcado por debates táticos e disciplinares.
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