O clássico entre Corinthians e Palmeiras terminou com tumulto na Neo Química Arena, em 12 de abril, pelo Campeonato Brasileiro. O jogo terminou empatado e a súmula cita um tumulto generalizado após o apito final, envolvendo dirigentes, atletivos e seguranças.
Segundo a súmula, houve empurrão de um segurança do Corinthians contra o atacante Luighi, do Palmeiras, que tentava ir à sala de controle de dopagem. A ação teria desencadeado a confusão com seguranças de ambas as equipes.
O Palmeiras informou nas redes que Luighi foi agredido por um funcionário do clube adversário ao sair para o exame antidoping e que registrará ocorrência no Jecrim, com testemunhas presentes. O clube não descreve agressões entre atletas.
O Corinthians, por sua vez, confirmou que Gabriel Paulista e Breno Bidon foram agredidos por seguranças do Palmeiras. Os atletas também devem registrar boletim de ocorrência no Jecrim, segundo a instituição alvinegra.
A súmula detalha que a confusão foi contida por Anderson Barros, representante do Palmeiras, pelo treinador Fernando Diniz, do Corinthians, e pelo delegado Rogério Menezes Lopes. Não houve registro de agressões entre jogadores na documentação oficial.
Expulsões e incidentes relevantes
- Após revisão no VAR, o árbitro expulsou André Luiz Santos Dias, do Corinthians, por gesto obsceno envolvendo o órgão genital em direção a representante palmeirense.
- Também houve expulsão direta de Matheus França Silva, do Corinthians, por acertar soco em José Manuel Alberto López, jogador do Palmeiras, fora da disputa de bola. O atleta deixou o campo de forma contestada, proferindo ofensas à equipe de arbitragem.
Outros ocorridos observados na súmula incluem paralisação da partida aos 4 minutos do primeiro tempo devido à presença de uma linha de pipa na linha de fundo, e nova paralisação aos 20 minutos do segundo tempo por invasão de drone que carregava um porco de pelúcia.
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