Nessa sexta-feira, 17, foi anunciada a morte de Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro. Aos 68 anos, ele morreu após sofrer uma parada cardíaca.
O ex-jogador recusou a NBA para continuar defendendo a Seleção Brasileira. Conhecido como “Mão Santa”, consolidou-se como um dos maiores arremessadores da história.
Em 29 anos de carreira, Schmidt marcou 49.737 pontos em 1.615 jogos, média de 30,7 por partida. Foi campeão olímpico e continental, mantendo o recorde histórico de pontuação em Olimpíadas por anos.
Ao longo da carreira, ele conquistou nove títulos pelo Palmeiras, além de conquistas com Flamengo, Mackenzie, Corinthians e Caserta (Itália). Seu maior título de clube veio pelo Sírio, em 1979.
Recordes e legado
Pelo Brasil, Schmidt somou três títulos mundiais no Sul-Americano, além de ter sido essencial na conquista dos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis, em 1987, com vitória sobre os EUA.
Na mesma edição de 1987, em 23 de agosto, o Brasil superou uma desvantagem de 20 pontos com 46 pontos dele. Ele também é o maior pontuador da história olímpíca, com 1.093 pontos em cinco edições.
Entre clubes, o brasileiro soma oito grandes troféus nacionais e internacionais, destacando-se o Mundial Interclubes de 1979 com o Sírio, além de Sul-Americano de Clubes, Brasileiro e Paulista.
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