O Cruzeiro afastou o volante Walace em 4 de abril após uma crítica que pulou para um grupo de mensagens com presença de jogadores. A decisão ocorreu dois meses antes da data atual, em meio a desdobramentos internos no vestiário.
Walace mantém cronograma próprio desde o afastamento, sem treinos com o elenco. A diretoria informa que não há pressa para definir o futuro do jogador, já que a janela de transferências está fechada e não houve tratativas de rescisão.
Entre os envolvidos, o relacionamento entre Walace, o estafe e a diretoria segue cordial. Participam do diálogo o empresário do jogador, Pedro Lourenço, e a comissão técnica, que já pediu calma para não comprometer o clube.
A situação envolve ainda o contexto da chegada de Walace, em julho de 2024, vindo da Udinese. O jogador não conseguiu se firmar sob diferentes treinadores até Artur Jorge, que o relacionou apenas em situações pontuais.
Mudança de tema: desdobramentos no vestiário
Mesmo com o afastamento, Walace e o Cruzeiro mantêm comunicação remota e presencial. Em entrevista, o entorno do clube confirma que houve descontentamento entre atletas após a mensagem enviada por engano.
Na prática, não há negociação de saída anunciada nem conversas formais sobre rescisão de contrato. As partes reconhecem a necessidade de manter o clima estável até que o cenário se defina.
O Cruzeiro sinalizou, na última janela, interesse em negociar Walace, mas o jogador não demonstrou entusiasmo com propostas do Brasil ou do exterior. O tema permanece sem encaminhamento.
Entre na conversa da comunidade