A Assembleia Geral Extraordinária do Botafogo foi adiada para o dia 27 de abril devido à ausência de representante da administradora Cork Gully, ligada à Eagle. O encontro, previsto para 20 de abril, ocorre em segunda chamada.
O objetivo é definir como lidar com necessidades de capitalização do clube. O investidor americano John Textor convocou a AGE para discutir aportes, além de possíveis mudanças societárias entre a SAF e o Botafogo associativo.
A proposta envolve um aporte de US$ 25 milhões, estruturado como equity. O dinheiro avançaria pela Eagle Football Group, nas Ilhas Cayman, com emissão de novas ações pela SAF.
Proposta de investimento
Caso o aumento de capital seja aprovado, o Botafogo renuncia ao direito de preferência na subscrição das ações. A operação envolve a emissão de ações da Classe B, nominativas e sem valor nominal.
A AGE também pode ratificar a aprovação de um empréstimo recebido pela GDA Luma no início de fevereiro, usado para quitar pendências relacionadas ao transfer ban imposto recentemente.
Situação financeira do clube
Conforme apurado, o episódio integra um momento financeiro delicado. O Botafogo teve o transfer ban nacional suspenso por seis meses, após não pagamento de parcela de um plano de refinanciamento de dívidas.
O clube enfrenta a necessidade de captar recursos para reverter as restrições impostas pela Câmara Nacional de Resolução de Disputas, que também impactam o registro de novos atletas.
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