A diretoria do Atlético-MG detalhou planos para a nova casa das Vingadoras, a equipe feminina. A ideia é transformar a Vila Olímpica em um espaço que abrigue jogos oficiais do Brasileirão, Copa do Brasil e Campeonato Mineiro. As propostas envolvem infraestrutura e iluminação para receber partidas com padrão de alto nível.
O investimento previsto é de cerca de R$ 22 milhões. Entre as melhorias, estão uma entrada independente, arquibancadas modernas e torres de iluminação. Os laudos técnicos são a prioridade, para viabilizar o uso do local pela equipe feminina em competições nacionais.
Parte das obras já foi concluída, com a Vila Olímpica servindo hoje como centro de treinamento sob gestão da SAF. A expectativa é que o espaço se torne uma das melhores opções para jogos da série A feminina, fortalecendo a atuação do clube no desenvolvimento do futebol feminino.
A Arena MRV tem sido o palco principal da equipe feminina desde a inauguração, em 2023. Em 2024 e 2026, o time atuou lá em poucos jogos, com uso alternado entre a Arena Gregorão e a Arena do Jacaré. A gestão avalia cada partida em termos de custos e logística.
Essa estratégia de uso de palcos diferentes responde a restrições orçamentárias, segundo a diretoria. O desempenho financeiro é monitorado jogo a jogo, buscando equilíbrio entre receitas e despesas ao longo da temporada.
Assunto relacionado à Copa do Mundo Feminina
O Atlético trabalha para transformar a Vila Olímpica em um Centro Oficial de Treinamento para a Copa do Mundo Feminina do próximo ano. A diretoria mantém avaliação sobre a disponibilidade das instalações para as seleções, conforme demanda da FIFA.
A FIFA já realizou inspeção recente e o clube formalizou a candidatura para receber seleções durante o torneio. A decisão final depende de fatores técnicos e logísticos avaliados pela entidade, com o CT e a Vila Olímpica como ativos considerados.
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