Na Fórmula 1, ajustes no regulamento de 2026 foram acordados, ainda sem ratificação final pelo Conselho Mundial de Automobilismo da FIA. O objetivo é controlar velocidades de aproximação perigosas e reduzir ultrapassagens não intencionais, mantendo a segurança. A mudança deve influenciar a distribuição de energia durante as voltas.
O acordo envolve remapeamento da entrega de energia, com 350 kW nas zonas de aceleração e 250 kW no restante, além de limitar o modo boost em corrida a 150 kW. Também haverá maior uso do chamado superclipping para melhorar o desempenho em curvas.
Mudanças incluem ajustes no uso de energia, com divisão de trechos, de modo que áreas com maior ganho de performance recebam mais potência. Algoritmos orientarão o carro a operar em zonas com potência limitada, mantendo o padrão de uso do acelerador.
A FIA tenta reduzir ultrapassagens não intencionais associadas às velocidades de aproximação. O diretor de monopostos, Nikolas Tombazis, afirma que as medidas são graduais e baseadas em dados, com acompanhamento dos resultados nas próximas etapas.
A equipe de regulamentos também planeja reduzir diferenças de energia que geram surpresas na pilotagem, especialmente em curvas de alta velocidade. O objetivo é tornar a pilotagem mais estável sem comprometer o espetáculo de volta rápida.
O acordo ainda depende da validação do Conselho Mundial da FIA. Enquanto isso, equipes e pilotos acompanham os testes com foco em como as mudanças afetam as velocidades de aproximação e a segurança nas corridas.
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