O Fluminense tem um trunfo interno para enfrentar a altitude na Libertadores e busca a vitória para enfim avançar. O técnico Luis Zubeldía falou sobre o desafio que vem pela frente, destacando a necessidade de adaptação.
Zubeldía comandou a LDU entre 2022 e 2023, atuando com frequência em Quito, a cerca de 2.800 metros de altitude. Ele admitiu que o desafio atual é maior e pediu controle de bola, intensidade medida e chute de média distância para reduzir o impacto da altitude.
O treinador explicou que a altitude tende a influenciar no rendimento, mesmo para quem já tem experiência em cidades elevadas. Ele citou a ideia de memória fisiológica, associada a jogadores acostumados a jogar em altitude e que conseguem conviver melhor com a condição quando atuam fora de casa.
Memória fisiológica
O conceito envolve atletas que, por histórico profissional, conseguem lidar com a diferença de oxigênio. Segundo Zubeldía, a experiência prévia ajuda a evitar agravamento da condição, buscando um desempenho estável mesmo em partidas longe da altura. Ele ressaltou a importância de preparação e adaptação durante a competição.
Entre na conversa da comunidade