O São Paulo vive um Dia D relacionado ao retorno de Arboleda ao Brasil. Nesta quinta-feira 30 de abril encerra-se o prazo para o zagueiro se reapresentar ao clube, enquanto a diretoria mantém a posição de avançar com a rescisão contratual.
Independentemente do retorno, o departamento de futebol ainda não definiu o desfecho. O clube pretende ouvir a justificativa do jogador para o sumiço, que já se aproxima de 30 dias, antes de qualquer decisão formal.
Internamente, o time entende estar amparado juridicamente para adotar medidas. O departamento jurídico já preparou documentação para cenários distintos, desde desconto salarial até multa por indisciplina. A expectativa é pela rescisão de comum acordo.
Arboleda está ausente há quase um mês. O jogador viajou ao Equador sem comunicar o clube e disputou apenas 11 partidas em 2026, sem espaço no elenco tricolor. A ausência surpreendeu a diretoria, diante de acordo recente sobre valores atrasados.
A comunicação do jogador nas redes sociais foi de postagens enigmáticas, sem explicação clara sobre o afastamento. O clube notificou o atleta e aguarda manifestação para avançar com as medidas cabíveis.
A atuação pode configurar abandono de emprego, abrindo caminho para rescisão por justa causa. O Estadão apurou que a diretoria avalia acionar a cláusula indenizatória, com multa de R$ 300 milhões.
Caso haja interesse de outro clube, a operação não excluirá a cobrança integral da multa. O valor é elevado e dificilmente será quitado na íntegra em negociações com outros times.
Mesmo com eventual acordo, Arboleda só poderia atuar novamente a partir de julho, quando abre a janela de transferências. Atualmente, os vencimentos do jogador no São Paulo giram em torno de R$ 1,2 milhão por mês.
Entre na conversa da comunidade