O chefe de projeto da Audi, Mattia Binotto, elogiou o regulamento vigente da Fórmula 1, destacando a importância das tecnologias híbridas e dos combustíveis sustentáveis para a competitividade da categoria. A adoção desses elementos é apresentada pela fabricante como diferencial para a inovação.
Binotto ressaltou que o cenário atual atraiu montadoras para a F1, impulsionando a busca por eficiência energética e avanços técnicos. Segundo ele, a evolução regulatória tem sido decisiva para a entrada de novos times no campeonato.
Com a confirmação de Mohammed Ben Sulayem, presidente da FIA, sobre o retorno dos motores V8 em 2030, o dirigente demonstra preocupação com o impacto dessa mudança no caminho técnico percorrido pela Audi. Ainda não há decisões tomadas, afirma.
O engenheiro explica que não vê o formato atual de forma negativa e que ajustes já foram feitos ao longo dos anos. Novas mudanças podem ocorrer na próxima temporada em busca de melhoria contínua, sem abandonar os pilares da tecnologia sustentável.
Por fim, Binotto ressalta que o futuro da F1 está ligado à inovação e à sustentabilidade, e que apostar em conceitos do passado pode frear o desenvolvimento da categoria. A prioridade é manter a relevância e a evolução da modalidade.
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