Pietro Maschio, copresidente do Conegliano, criticou o Mundial de Clubes de vôlei realizado em São Paulo, em março de 2025, afirmando que o torneio teve falhas graves na organização e na condição da quadra do Ginásio do Pacaembu. Ele declarou que o evento foi um fardo para quem participou e citou relatos de problemas médicos.
A declaração ganhou repúdio entre torcedores e entidades. Maschio disse ainda que a situação comprometeu a percepção sobre o nível técnico do Mundial e que há exageros de organização, o que gerou controvérsia nas redes após a chegada de Gabi Guimarães ao Conegliano em parceria com o time brasileiro.
O Conegliano informou que a manifestação foi um desabafo individual, publicamente retratado pelo clube como uma nota de desculpas pela repercussão. A direção do Conegliano reforçou o reconhecimento à recepção no Brasil e ao trabalho das autoridades locais para montar a competição em prazos apertados.
Reação e retratação
Bruno Mancini, secretário adjunto de Esportes de São Paulo, classificou o discurso como preconceituoso e ressaltou que o Mundial ocorreu dentro dos protocolos. Ele informou que a organização atendeu aos itens do caderno de encargos, com apoio da imprensa, atletas e equipes técnicas.
Torcedores brasileiros cobraram posicionamento do Conegliano nas redes sociais. Em resposta, o clube restringiu comentários no Instagram para evitar ataques, mantendo o tom de desculpas publicado pela assessoria. A matéria segue repercutindo no cenário do vôlei mundial.
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