O Flamengo de Leonardo Jardim reduziu a posse de bola em relação ao período de Filipe Luís, mas mantém eficiência semelhante no ataque e na defesa. Em 15 jogos sob o comando do treinador português, o time ficou com 52% de posse, ante 61% com Filipe Luís em 101 jogos.
A mudança ocorreu principalmente na postura em campo: o Rubro-Negro passou a atuar com abordagem mais reativa, esperando o rival no próprio campo para explorar o contra-ataque. Dados indicam queda de pressão no terço final da posse.
Desempenho ofensivo
Com Filipe Luís, o Flamengo marcava 1,8 gol por jogo; sob Jardim, a média subiu para 2,1. O número de finalizações caiu de 15,2 para 14,6, mas a qualidade das chances criadas se manteve estável, com grandes oportunidades e xG próximos entre os dois períodos.
| Média por jogo | Com Filipe Luís | Com Leonardo Jardim |
|—————-|—————-|———————|
| Gols | 1,8 | 2,1 |
| Finalizações | 15,2 | 14,6 |
| Grandes chances criadas | 2,9 | 2,8 |
| xG* | 1,68 | 1,71 |
Desempenho defensivo
Defensivamente, o Flamengo de Jardim sofre mais finalizações por jogo (12,7) do que no período de Filipe Luís (9,5). Mesmo assim, a quantidade de grandes chances cedidas é menor sob o comando de Jardim (1,1 contra 1,4), resultando em gols sofridos próximos entre os dois estilos.
| Média por jogo | Com Filipe Luís | Com Leonardo Jardim |
|—————-|—————-|———————|
| Gols sofridos | 0,8 | 0,7 |
| Finalizações sofridas | 9,5 | 12,7 |
| Grandes chances cedidas | 1,4 | 1,1 |
| xG* | 1,4 | 1,1 |
Contexto recente e comparação com Cruzeiro
A passagem de Jardim pelo Cruzeiro, em 2025, também destacou o estilo mais reativo, com posse de bola entre as melhores do Brasileirão, mas facilidade para ser derrotado quando era preciso propor o jogo. Ao mesmo tempo, o time apresentou desempenho elevado em jogos sem domínio de bola.
Para acompanhar as novidades do Flamengo, o Lance mantém o acompanhamento em tempo real das informações e acontecimentos. Fontes: Lance.
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