John Kennedy voltou a decidir para o Fluminense ao empatar o duelo com o Vitória em 2 a 2. O centroavante marcou, criou chances e ainda deu assistência decisiva para o gol de Kevin Serna nos minutos finais. A atuação elevou o debate sobre titularidade.
O jogo ocorreu no Maracanã em um momento de alta pressão sobre o técnico Luis Zubeldía, com vaias ao treinador surgindo durante a partida. Kennedy apareceu como destaque, especialmente no segundo tempo, quando a equipe buscava o empate.
Na Libertadores, Kennedy já havia frequentado o papel de salvador. Contra o Independiente Rivadavia, na Argentina, entrou aos 33 minutos do segundo tempo e marcou aos 43, evitando a eliminação. O episódio mostrou a importância do atacante para o Tricolor.
Desdobramentos na Libertadores
Desde a chegada de Rodrigo Castillo, Kennedy disputou minutos próximos aos do companheiro, mas o rendimento tem sido superior ao do argentino. O camisa 9 soma gols decisivos em partidas fora e dentro de casa.
O histórico recente mostra que Kennedy foi decisivo em jogos-chave, incluindo desfechos positivos contra Chapecoense, Independiente Rivadavia e Santos. Ainda assim, o treinador tem alternado o aproveitamento entre os dois centroavantes.
Disputa pela titularidade
A temporada marca a recuperação de Kennedy, que reapresentou-se mais curto após um ano turbulento. O desempenho atual sugere que o jogador está pronto para assumir mais espaço no ataque.
Com o calendário apertado, o Fluminense encara Copa do Brasil, Brasileirão e as finais da Libertadores contra Bolívar e La Guaira. A tensão permanece sobre Zubeldía, que precisa consolidar a equipe para as próximas decisões.
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