O Palmeiras reclamou da arbitragem após o empate por 1 a 1 com o Remo, neste domingo, no Mangueirão. A principal indignação envolve o gol de Bruno Fuchs, anulado nos acréscimos, em lance que envolve toque de mão de Flaco López.
Anderson Barros, executivo de futebol do Palmeiras,leu um texto na coletiva para contestar a decisão do árbitro Rafael Klein. Segundo ele, a bola tocar no braço do atacante não deveria impedir o gol, conforme a regra vigente.
Barros afirmou que o lance configuraria gol legal, com sobra para Fuchs marcar após o toque acidental. Ele questionou de quem seria a responsabilidade pela decisão e citou supostas inconsistências de decisões anteriores.
Repercussões e leitura do jogo
O dirigente também mencionou o contexto de punições envolvendo o clube, citando a suspensão de Abel Ferreira pelo STJD, e afirmou que o Palmeiras não pode ser prejudicado por erros de arbitragem. O tom foi de cobrança por critérios mais consistentes.
O Palmeiras segue líder isolado do Brasileirão com 34 pontos. Na próxima rodada, enfrenta o Jacuipense pela Copa do Brasil, em jogo de volta, após vencer o confronto de ida por 3 a 0.
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