O diretor de futebol do Palmeiras, Anderson Barros, criticou a arbitragem após o gol mal anulado de Bruno Fuchs no empate entre Palmeiras e Remo. A jogada ocorreu nos minutos finais do jogo. O erro envolve um lance dentro da área em que a bola bateu na mão de Flaco López antes de sobrar para o zagueiro marcar.
Barros citou a regra da IFAB para sustentar que o toque acidental na mão de um jogador de ataque, seguido de finalização de um companheiro, não deveria anular o gol. Segundo ele, o toque inicial não configuraria infração se o gol fosse concluído por outro jogador.
O diretor afirmou que o Palmeiras participa de reuniões com a CBF e a Comissão de Arbitragem, cobrando decisões claras. Segundo ele, já houve cobranças sobre falhas anteriores e a necessidade de providências urgentes.
Barros também ressaltou que o clube, ao longo do tempo, tem sido afetado por erros de arbitragem, citando casos envolvendo o VAR e decisões que impactaram pontos no campo. Ele pediu que a Confederação e a comissão de arbitragem tomem medidas definitivas.
A direção do Palmeiras apontou ainda que já houve suspensão e mudanças de punição em outros casos, sugerindo que os padrões aplicados não são consistentes. A expectativa é por avaliação técnica que reduza falhas em partidas futuras.
Providências urgentes foram enfatizadas pelo dirigente, que pediu tempo para decisões quando houver dúvidas no árbitro de campo. O objetivo é evitar que decisões contestáveis se repitam em jogos decisivos.
Reação e próximos passos
Situações como essa são tratadas pela diretoria como pauta de melhoria para a arbitragem brasileira. A reportagem acompanha desdobramentos que possam esclarecer se haverá posicionamento formal de órgãos correlatos ou novas diretrizes técnicas.
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