O Corinthians venceu o São Paulo por 3 a 2 no Majestoso realizado na Neo Química Arena, pela 15ª rodada do Brasileirão. A partida teve polêmica na comemoração de Bobadilla, do São Paulo, que fez um gesto considerado obsceno. O árbitro Anderson Daronco foi chamado ao VAR, mas não expulsou o volante paraguaio. A decisão levou o clube paulista a cobrar explicações da arbitragem.
Depois do jogo, Marcelo Paz, diretor executivo de futebol do Corinthians, criticou a decisão e pediu clareza da Comissão de Arbitragem da CBF sobre o que caracteriza gesto obsceno. Segundo ele, já houve expulsões por gestos semelhantes em outros duelos, o que intensifica a cobrança por uniformidade de critérios.
Paz afirmou que o lance não pode ser tratado de forma relativa e que seria útil um posicionamento oficial para evitar divergências futuras. Ele ressaltou que o clube já foi punido em casos semelhantes e questionou a interpretação do árbitro, mantendo o tom de cobrança institucional.
O dirigente mencionou ainda que a parceria entre clubes e arbitragem precisa de definição clara para o futebol brasileiro, destacando a necessidade de consistência nos julgamentos. Ele disse que um retorno da CBF seria essencial para dirimir dúvidas sobre o que pode ou não ser feito em comemorações.
Casos citados por Paz envolvem Allan e André, expulsos em partidas contra Fluminense e Palmeiras, respectivamente, por tocar a região genital. Em comparação, o lance de Bobadilla no Majestoso não foi interpretado da mesma forma pela equipe de arbitragem, gerando o debate sobre critérios aplicados.
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