O Palmeiras reclamou da anulação do gol de Bruno Fuchs aos 50 minutos do segundo tempo no empate por 1 a 1 com o Remo, neste domingo, no Mangueirão. A partida contou pelo Campeonato Brasileiro.
O árbitro Rafael Rodrigo Klein validou a jogada, mas acabou vivenciando a decisão que provocou a revolta do clube paulista. O lance ocorreu após disputa de bola próxima à área.
O ex-arbitro Carlos Eugênio Simon afirmou que o gol seria legal e foi mal anulado. Segundo ele, houve toque acidental no braço do atacante do Remo durante a cabeceada, em um movimento natural.
Simon lembrou que a regra relacionada ao lance mudou há cinco anos, o que, na visão dele, não foi seguido na decisão. A explicação envolve a percepção de disputa de bola e naturalidade do gesto.
Bruno Fuchs afirmou não ter entendido a decisão e disse que a bola sobrou para ele, sem toque intencional. O zagueiro pediu que a regra fosse ainda mais clara para evitar debates.
A situação reacende discussões sobre a aplicação do VAR e a interpretação de lances de bola na mão. Clubes do Brasileirão costumam reclamar de decisões de arbitragem em momentos decisivos.
Fonte: Portal Terra
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