Os New York Knicks venceram sete jogos seguidos nos playoffs, líderando a série com 185 pontos de diferença acumulada, marca histórica da franquia. O aproveitamento em quadra ganhou contornos de reinvenção desde a primeira rodada contra o Hawks.
A transformação é centrada em Karl-Anthony Towns, que passou a ser o principal facilitador, em vez de apenas um finalizador. O armador Jalen Brunson passou a atuar mais sem a bola, enquanto Towns realiza passes com maior frequência.
Desde a virada na primeira rodada, Towns acumula mais toques por posse e uma distribuição que não se via desde sua chegada aos Knicks. Ele lidera em assistências por 36 minutos durante o período.
Brunson, ainda responsável pela pontuação, tornou-se um criador de jogadas sem a bola, com destaque para a função de bloqueio que abre caminhos para Bridges e Anunoby. A dupla tem sido fundamental para a fluidez ofensiva.
A atuação de Bridges
Mikal Bridges tem sido protagonista na defesa contra adversários ágeis, além de contribuir no ataque com arremessos de média distância e contra-ataques. A atuação dele tem ajudado a frear decisões rápidas dos oponentes.
A defesa dos Knicks ganhou destaque na reta final da temporada regular, fechando espaços e pressionando o adversário. Mesmo sem o melhor rim protector, Robinson, a equipe manteve desempenho sólido defensivo.
Impacto tático
Os ajustes pós-arrebate contra o Hawks trouxeram Towns como líder de ataque de alto posto, com Brunson atuando como elo de apoio. O esquema inclui ações de pinçagem no posto alto para criar passes e arcos de chute.
A soma das peças aponta para uma mudança estratégica: Towns passa mais tempo com a bola, Brunson usa o bloqueio para abrir jogadas, e Bridges se fortifica na defesa de perímetro.
Perspectivas da série
A equipe não mostrou sinais de desaceleração desde a virada na série anterior. A combinação de participação maior de Towns com passes precisos e a força defensiva elevou o nível de competitividade do Knicks.
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