A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) anunciou nesta quarta-feira (13) uma reformulação para o ciclo olímpico de Los Angeles 2028. Além da definição do grupo principal da Liga das Nações (VNL), a CBV criou a Seleção Brasileira B, uma equipe alternativa integrada ao grupo principal. A ideia é ampliar o monitoramento de jogadoras e acelerar a renovação sem romper com a geração atual.
O treinador José Roberto Guimarães revelou que Wagão, seu auxiliar, ficará à frente da Seleção B. O primeiro compromisso da nova estrutura será a Copa Sul-Americana, no Peru, em junho. A opção por dois times busca manter a seleção competitiva enquanto prepara novas atletas para o ciclo 2028.
Nova estrutura da seleção feminina
A Seleção B contará com 18 convocadas, incluindo destaque da última Superliga, a oposta Jaque Schmitz, do Maringá, e a ponteira Mari Brambilla, que atua no LKS Lodz, na Polônia. Onze atletas da B também aparecem na lista ampla da VNL, para movimentações rápidas por lesões ou mudanças táticas.
A Seleção principal terá nomes consolidados no cenário internacional, como Gabi Guimarães, Rosamaria, Ana Cristina, Macris e Nyeme. A temporada 2026 prevê Liga das Nações em junho e o Campeonato Sul-Americano em setembro, no Maracanãzinho, com vaga direta aos Jogos de 2028.
A CBV enfrenta o desafio de administrar um número elevado de atletas em Saquarema, mantendo identidade tática e competitividade. A criação da Seleção B é encarada como forma de manter a continuidade da geração atual, ao mesmo tempo em que revela novas atletas para o ciclo olímpico.
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