A Copa do Mundo da Fifa deste ano terá expansão expressiva, com mais seleções, mais partidas e um aparato audiovisual sem precedentes. A Fifa prevê ampliação de 48 seleções e 104 jogos, com foco em tornar a transmissão mais imersiva para quem está no estádio e para quem acompanha de casa.
Entre as novidades, cabines de digitalização vão registrar as dimensões dos corpos dos jogadores para criar avatares 3D com IA. Além disso, câmeras‑aranha suspensas por cabos e estabilizadas por giroscópios abrirão novas perspectivas de imagem durante as partidas.
Parcerias e bastidores digitais
A Copa contará com acordos entre a Fifa e plataformas digitais para acesso exclusivo a conteúdos dos bastidores. O TikTok e o YouTube foram anunciados como plataformas preferenciais, com transmissão ao vivo de partes dos jogos e disponibilização de clipes e arquivos de torneios anteriores.
A proposta é combinar transmissão tradicional com exploração de dados em tempo real e gráficos baseados em rastreamento óptico. Em 2023, testes na Copa do Mundo Feminina já indicaram o caminho para uma cobertura com conteúdo de bastidores disponível on‑line.
Avanços tecnológicos na tela
Cada jogo deve ter 45 a 50 câmeras, incluindo visões de árbitro e câmeras 360º. Um novo recurso de visão do árbitro permite que o público veja o que o juiz observa, com IA para estabilização de imagens. Essas inovações prometem mais precisão e velocidade nas decisões.
As avatares 3D com IA também apoiarão o VAR, assegurando rastreamento de jogadores e decisões mais rápidas. O objetivo é oferecer imagens de alta qualidade sem perder a fluidez do jogo, mesmo em momentos de maior intensidade.
Impacto para o público
Quem estiver no estádio deverá receber estatísticas em tempo real e conteúdos adicionais na tela gigante e em dispositivos móveis. Já o público em casa poderá acessar conteúdos exclusivos via streaming, com uma experiência integrada de análise e replays.
A cobertura busca equilibrar simplicidade do jogo com recursos tecnológicos; a Fifa pretende manter o futebol acessível, ao mesmo tempo em que amplia o engajamento digital, especialmente nos Estados Unidos, onde o torneio será realizado pela primeira vez desde 1994.
Este artigo foi preparado com base em informações de fontes associadas à Fifa e à imprensa especializada, incluindo cobertura publicada pelo The Conversation.
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