O São Paulo demitiu o técnico Roger Machado, ontem, após oito semanas à frente da equipe. O desligamento ocorreu após a eliminação na quinta fase da Copa do Brasil, ampliando o histórico recente de mudanças no comando técnico do clube.
Antes dele, Diego Aguirre? Não. O desafio começou com a demissão de Hernán Crespo, em março, quando o clube ocupava a liderança do Brasileirão ao lado do Palmeiras. O desligamento veio em meio a dívidas e a uma crise institucional que marcou o início da temporada.
Roger Machado assumiu com expectativa de recuperar o desempenho do time, mas ficou sob pressão interna e de torcedores desde o começo. A diretoria justificou a saída pela necessidade de mudanças após a derrota na competição nacional e a performance insatisfatória.
O clube enfrenta dificuldades financeiras e administrativas. Passos já foram dados para corrigir rumos, com foco na reconstrução do elenco, equilíbrio financeiro e transparência de futuras decisões, evitando novas multas rescisórias e prejuízos.
A situação remete a um ciclo de mudanças frequentes no São Paulo nos últimos meses, com decisões tomadas sob pressão e sem um cronograma claro de continuidade ou ruptura, segundo fontes internas. A gestão busca estabilizar o clube e planejar o curto e o longo prazo.
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