Juarez Teixeira, o Tanque, faleceu em Porto Alegre aos 97 anos, vítima de causas naturais. A morte ocorreu em 6 de abril, segundo informações apuradas pela família. O ex-artilheiro do Grêmio encerrou a trajetória com recordações de uma carreira marcada pela força e liderança.
No Grêmio, Teixeira anotou 205 gols em 306 jogos entre 1955 e 1962, mantendo o apelido de Leão do Olímpico pela função e pelo porte físico. Pela seleção brasileira, foi campeão pan-americano em 1956, consolidando o status de ídolo do futebol gaúcho e nacional. A despedida foi acompanhada pela torcida por meio de registros de jogos e do carinho pelo número 9.
Trajetória além dos gramados incluiu formação em ciências contábeis, atuação como servidor público na Caixa Econômica Federal e aposentadoria como tesoureiro. O ex-jogador investiu em imóveis, especialmente no litoral de Santa Catarina, e manteve vínculo com o Grêmio, atuando como conselheiro por três décadas. Sua família descreve um homem íntegro e dedicado.
Trajetória no Grêmio e legado
Contribuiu para vitórias expressivas, incluindo uma virada em Gre-Nal que ficou marcada na memória dos torcedores. A relação com o clube se manteve próxima, com participações frequentes em jogos e visitas ao estádio Olímpico Monumental, hoje referência histórica do time.
Conhecido por habilidades nos dois pés e pelo jogo coletivo, Juarez era respeitado pela disciplina e pela educação. Seu legado inclui o papel de exemplo para gerações, tanto dentro quanto fora dos campos. Deixou duas filhas, seis netos e cinco bisnetos, além da esposa.
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