Pouco depois da final da Libertadores, Flamengo ficou com o vice no Mundial ao perder nos pênaltis para o PSG. O revés completou uma sequência de frustrações que motivaram mudanças no clube carioca, sob o comando de Filipe Luís na época.
O time rubro-negro sofreu dois vice-campeonatos consecutivos: a Supercopa do Brasil ficou com o Corinthians e, em casa, o Lanús levou a Recopa Sul-Americana. A má fase levou a uma intervenção direta do presidente Bap, buscando recalibrar o elenco e o vestiário.
Nesse contexto, Flamengo investiu forte no mercado externo. Em uma operação histórica, o clube trouxe de volta Lucas Paquetá, revelado na base, por cerca de R$ 260 milhões. O retorno sinalizou a intenção de recolocar o time entre os melhores do país e do continente.
Além de Paquetá, o Flamengo fechou com Vitão e Andrew. Para a janela do meio do ano, o clube busca um atacante para competir com Pedro, mas o presidente Bap já afirmou que não fará loucuras no mercado.
O período de readequação não foi exclusivo do Flamengo. O Palmeiras, que perdeu a Libertadores para o Flamengo, passou a concentrar esforços na temporada de 2026. Abel Ferreira manteve foco na recuperação de 2025, com planos de conquista no Campeonato Paulista e no Brasileirão.
No Paulista, o Palmeiras ficou com o título, impulsionado por uma mescla entre titulares e promessas da base, como Arthur, que ganhou espaço após lesão de Piquerez. Já Vitor Roque sofreu lesões graves na semifinal e na final do torneio estadual.
No Brasileirão, o Verdão abriu vantagem menor para o Flamengo, que encostou na liderança. O clube paulista seguiu com atuação estável e reforçou o elenco ao longo do ano, mantendo metas claras para a competição nacional.
Entre as contratações do Palmeiras em 2026, destaque para três chegadas: Marlon Freitas, que ganhou espaço no meio, Jhon Arias, e o zagueiro Alexander Barboza, anunciado recentemente para reforçar a defesa após a Copa do Mundo.
Entre na conversa da comunidade