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Gabriel Ganley alerta sobre riscos de anabolizantes meses antes da morte

Influenciador de 22 anos alertou, sete meses antes da morte, que hormônios sintéticos encurtam a vida e afetam coração e fígado

Gabriel Ganley em podcast. Influenciador de 22 anos detalhou reflexão sobre efeitos colaterais de longo prazo no coração e no fígado, além do sonho de ser pai — Foto: Reprodução
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Gabriel Ganley, fisiculturista e influenciador de 22 anos, foi encontrado morto por um amigo na Zona Leste de São Paulo, no último sábado. A morte é investigada como suspeita pela Polícia Civil, após a perícia localizar medicamentos com indícios de substâncias hormais no imóvel onde ele morava.

O atleta havia falado, sete meses antes, sobre os riscos do uso de anabolizantes e a possibilidade de encurtar sua vida. A reflexão foi feita durante participação no podcast Flow, em que ele explicou ter consciência de que deixaria de manter a carreira de forma natural.

Ganley começou a transição para uma nova rotina de treinos e uso de substâncias em julho do ano passado. Questionado sobre efeitos negativos, ele citou problemas no coração e no fígado como consequências de longo prazo, destacando que tomaria decisões pensando no futuro.

Investigação e localização de substâncias

A investigação segue sob responsabilidade do 42º Distrito Policial (Parque São Lucas). A perícia técnica recolheu medicamentos com indícios de serem substâncias hormonais no imóvel do fisiculturista, o que motiva a apuração sobre as circunstâncias da morte.

Seguidores relembraram o episódio do podcast nas redes sociais após a confirmação do falecimento. Internautas fizeram mensagens de luto e refletiram sobre o impacto das declarações feitas por Ganley meses antes.

Corpo e objetivos pessoais

Ganley mencionou ter o sonho de ser pai, discutindo que iniciar ciclos hormonais aos 22 anos levou em consideração efeitos futuros sobre a formação de família. O atleta também comentou alterações dermatológicas observadas nos primeiros meses de uso.

A cobertura pública de Ganley envolveu ainda a cobrança da mídia e das redes sociais, que, segundo ele, aumentaram após anunciar a transição. O atleta apontou que a pressão por resultados imediatos não acompanhava a resposta biológica do corpo.

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