O Palmeiras encerrou 2025 com receitas totais de 1,605 bilhão de reais, 37% acima de 2024. O desempenho é atribuído principalmente às vendas de atletas e aos direitos de transmissão.
A dívida líquida do clube chegou a 1,029 bilhão de reais, alta de 25% frente ao ano anterior. O endividamento acompanha o crescimento das receitas e reforça o peso financeiro do clube paulista.
A gestão aponta que a receita recorrente atingiu 952 milhões, ganho de 46% ante 2024. Paralelamente, a remuneração de funcionários, entre eles atletas, subiu 51%. A dívida operacional avançou para 1,061 bilhão.
Fatores impulsionadores
A renovação de contrato com a Libra e a participação no Mundial de Clubes contribuíram para o salto nos direitos de transmissão, que passaram de 254 milhões para 499 milhões em 2025. Transfers de atletas também impactaram o caixa.
O clube arrecadou 653 milhões com negociações de atletas, 24,1% a mais que os 526 milhões de 2024. O EBITDA recorrente ficou 41% menor que no ano anterior, sinalizando menor geração de caixa em relação a 2024.
Investimentos e formação de elenco
Os aportes em formação de elenco subiram de 665 milhões para 737 milhões entre 2024 e 2025, refletindo estratégia de longo prazo. O aumento dos gastos ocorreu em meio a investimentos para manter competitividade e ampliar receitas futuras.
O levantamento é apresentado pela 17ª edição do Relatório Convocados, com apoio da Galápagos Capital, e aponta o Palmeiras como um dos clubes de maior capacidade financeira do país, pelos volumes de receitas e de transferências.
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