O Botafogo Saf enfrenta risco real de punição pesada na FIFA. A equipe tem quatro transfer bans acumulados, ligados a dívidas que somam quase R$ 300 milhões. Se não houver pagamento, o clube pode perder pontos no Brasileirão e sofrer sanções adicionais.
A dívida envolve a aquisição de quatro jogadores contratados na Era John Textor. O caso mais grave é com o Atlanta United, com cerca de R$ 120 milhões pela compra não paga de Thiago Almada. A direção americana já recusou qualquer redução ou parcelamento.
Outros credores são o New York City, com R$ 85 milhões por Santi Rodríguez; o Ludogorets, R$ 48 milhões por Rwan Cruz; e o Zenit, R$ 34 milhões por Artur. Essas parcelas contribuíram para o atual quadro financeiro da SAF botafoguense.
A soma das pendências traz impactos diretos na gestão de atletas. Da lista de quatro jogadores, apenas Almada teve encaminhamento bem-sucedido: foi emprestado ao Lyon e, depois, vendido ao Atlético de Madrid. Os demais tiveram trajetórias menos produtivas.
Estimativas indicam hoje que a SAF Botafogo deve cerca de R$ 2,7 bilhões, excluindo a associação. A situação financeira, associada à troca de comando, continua gerando preocupação entre torcedores e órgãos regulatórios.
Contexto e próximos passos
Fontes ligada aos ativos do clube apontam que o radar de FIFA e CAS permanece voltado para os contratos firmados na gestão Textor. O clube aguarda movimentos de pagamento e renegociação para evitar sanções adicionais.
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