Virginia Fonseca foi anunciada como repórter de entretenimento do Domingão na cobertura da Copa do Mundo, pela Globo. Ela não é jornalista nem especialista em futebol, mas integrará a equipe de reportagem do evento. A participação visa ampliar audiência do programa.
A cobertura da Copa envolve uma vasta equipe de jornalistas credenciados. A Fifa não confirma números oficiais, mas estimativas apontam mais de 10 mil profissionais. No Brasil, a convocação para a seleção brasileira envolveu cerca de 700 profissionais da imprensa.
A Globo divulgará, para a cobertura, mais de 100 profissionais entre repórteres, apresentadores e comentaristas. Outros grupos de comunicação também anunciaram equipes expressivas para a competição.
Contexto da participação
A presença de non-jornalistas em Copas já ocorreu no passado, com nomes famosos atuando em formatos de entretenimento. A prática é reconhecida pela emissora como estratégia de conteúdo para ampliar o alcance da cobertura.
Para entender o cenário, vale lembrar que o mercado de jornalismo esportivo é altamente competitivo. A presença de personalidades com grande alcance digital pode impactar a audiência de programas e plataformas.
Desigualdade de gênero no jornalismo esportivo
O debate envolve a participação feminina nas redações esportivas, predominantemente dominadas por homens. A discussão aborda oportunidades, representatividade e caminhos para ampliar a presença de mulheres em funções-chave.
Especialistas apontam a necessidade de ações que promovam igualdade de oportunidades, sem desmerecer profissionais de diversas atuações. O tema permanece relevante para a indústria de mídia esportiva no Brasil.
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