O livro Forward – The Revolution of Football, de Gianni Infantino, chegou ao público no fim de abril. A obra foi publicada pela própria FIFA e não foi escrita pelo presidente, mas por Alessandro Alciato. O lançamento ocorre pouco antes da próxima Copa do Mundo.
O texto é apresentado como uma “biografia baseada em anedotas”, segundo o próprio Infantino em posfácio. A formatação é fragmentada, com linhas aparecendo em trechos distintos, lembrando notas de conferência ou diretrizes internas.
A obra não tem, segundo a crítica, uma linha de confissão direta. A voz do livro costuma flutuar entre elogios ao próprio papel de Infantino e descrições de ações no universo do futebol mundial. O tom é mais de declaração de missão do que de retrato mínimo de fatos.
Alciato assina a construção, e o Foreword indica a visão do presidente: Infantino tenta relacionar o poder com a esfera do esporte. O conteúdo cita a aproximação com estrelas e momentos de viagem institucional, sem narrar em primeira pessoa.
Críticos apontam que o livro dedica espaço excessivo a imagens públicas, encontros com figuras do futebol e episódios de viagens. A narrativa concentra-se em destacar a influência de Infantino na gestão da FIFA.
No aspecto temático, o volume aborda temas como corrupção, mudanças no formato de competições e a relação entre finanças e esportes. A obra promete oferecer contexto sobre o momento de transição do futebol global.
Imagens de capa e referências visuais aparecem com frequência, incluindo registro de Infantino junto a estrelas do esporte. O material gráfico reforça o retrato de liderança em posição central, conforme a estética divulgada pela publicação.
Forma, formato e foco
O formato da obra é descrito como pouco convencional, com trechos curtos e uma sequência de anedotas. A escolha de publicação interna e de edição associada à FIFA gerou discussões sobre independência editorial.
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