Catarina de Moura, ex-namorada de Gabriel Ganley, afirmou que o fisiculturista mudou bastante após começar a usar anabolizantes injetáveis. Ela relata que, em 2024, ele mantinha o perfil de atleta natural, e em 2025 houve uma transformação física rápida.
A testemunha disse ter assistido à mudança de perto durante o retorno do casal, quando Gabriel estava mais alto, com pelos faciais marcados e um físico consideravelmente maior. Mesmo assim, ela destacou que a personalidade dele permaneceu a mesma.
Ganley foi encontrado morto no apartamento em que morava, na Mooca, zona leste de São Paulo. O laudo inicial do Instituto Médico Legal aponta morte súbita decorrente de problema cardíaco, conforme apurado pela polícia.
Parentes ou amigos próximos ainda não apresentaram detalhes técnicos, e o laudo definitivo deverá incluir o resultado do exame toxicológico, que está sendo aguardado pela investigação.
Catarina afirmou, em entrevista ao Fantástico (Globo), que a vida e a carreira do atleta foram interrompidas de forma trágica. Ela ressaltou a necessidade de que a memória dele seja preservada como a de alguém dedicado aos sonhos e aos feitos, independentemente do desfecho.
Contexto da morte
A autoridade policial aguarda o laudo final para confirmar as causas exatas e possíveis ligações entre uso de substâncias e o quadro cardíaco que levou ao falecimento. A apuração busca esclarecer todos os fatores do ocorrido, sem concluir medidas ainda.
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