Neymar, astro da seleção brasileira, segue fora dos gramados por uma lesão na panturrilha direita e disputa, ainda assim, sua quarta e última Copa do Mundo. O Santos informou diagnóstico de grau 2, com ruptura parcial, retardando a participação do atacante nos jogos rumo ao torneio.
A undone posição da equipe brasileira ficou em debate após o técnico Carlo Ancelotti admitir que Neymar poderá entrar em campo por dentro, atuando como ponta ou meia, em substituição a Vinicius Junior ou Raphinha. A escolha depende da forma física do atleta até a estreia.
O departamento médico da CBF aponta recuperação estimada entre duas e três semanas, com a estreia da seleção marcada para 13 de junho. O diagnóstico foi apresentado após avaliação anterior de edema, considerado menos grave pela entidade.
Na última partida pelo Santos, em 17 de maio, Neymar sentiu o problema na panturrilha. Os exames confirmaram lesão de grau 2, o que impacta o planejamento da delegação brasileira na preparação para a Copa do Mundo. A comissão segue monitorando o quadro.
Ao chegar aos Estados Unidos, Ancelotti reiterou que não há pressa no retorno de Neymar, destacando avanço positivo no tratamento. O médico ortopedista da AACD, Ricardo Soares, detalhou que o protocolo envolve repouso, fisioterapia e fortalecimento gradual.
Neymar disputou três Copas do Mundo, com atuações marcantes em momentos distintos de sua carreira. Em 2014, no Brasil, destacou-se com quatro gols e uma assistência, apesar do contexto de adaptação à Europa. Em 2018, no Russia, marcou dois gols em cinco jogos pelo PSG, mas não balançou as redes na derrota para a Bélgica. Em 2022, no Qatar, manteve protagonismo, mesmo dividido com outros nomes da equipe.
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