O Dia Mundial da Corrida é lembrado amanhã, 3 de junho. A data incentiva a prática de uma atividade com benefícios para o coração, a queima de calorias e a redução do estresse. A data ocorre sempre na primeira quarta-feira de junho.
Correr envolve esforço intenso e impacto repetido nas articulações. Compromete o sistema cardiovascular, que é colocado à prova durante o treino. Por isso, a avaliação médica inicial é recomendada para iniciantes.
Diversos fatores de saúde podem impedir a prática imediata da corrida. Abaixo, apresentamos as principais contraindicações, com foco em segurança e orientações de conduta.
Principais contraindicações
Indivíduos com cardiopatias graves descontroladas devem evitar a corrida até avaliação médica. Arritmias severas e insuficiência cardíaca crônica são restrições absolutas.
Hipertensão descontrolada eleva o risco de complicações durante o treino, incluindo infarto e AVC. Nesses casos, apenas atividades leves e supervisionadas são recomendadas, com orientação médica.
Lesões ortopédicas ativas, como artrose avançada, hérnia de disco aguda ou fascite/tendinite severa, exigem pausa até recuperação completa. O impacto da corrida pode agravar a dor e o desgaste.
Pessoas com obesidade mórbida enfrentam maior risco de fraturas por estresse e devem buscar atividades de baixo impacto, como natação ou ciclismo, antes de reintroduzir a corrida.
Gestantes sedentárias devem evitar começar a correr. O período gestacional pede exercícios mais controlados e seguros, com orientação médica.
Diabetes descompensado pode levar a hipoglicemia durante o esforço. Nesses casos, é necessário controle adequado antes de praticar corrida.
Para quem pretende iniciar ou retomar a prática, a recomendação é buscar avaliação com um médico do esporte e realizar um teste ergométrico. A prática responsável sustenta a longevidade e o bem-estar.
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