O Brasil estreia na Liga das Nações (VNL) nesta quarta-feira, 3, contra a Holanda, às 20h, em Brasília. A partida abre a primeira semana da competição para a seleção feminina. Ao longo da semana, o time ainda encara República Dominicana, Bulgária e Itália. O objetivo é responder às expectativas com desempenho sólido.
A Holanda chega confiante após vencer o Four Nations, torneio amistoso com Ucrânia, Alemanha e França. Mesmo sem a ponteira capitã Nika Daalderop, lesionada, a equipe disputa a VNL com elenco alternativo. A estreia brasileira acontece no Ginásio Nilson Nelson, com casa cheia.
Brasil x Holanda marca o início da campanha e envolve nervosismo natural de estreia. As jogadoras, apesar da experiência, costumam sentir a pressão de adversários, torcedores e imprensa. A preparação inclui ajustes táticos para o primeiro desafio.
República Dominicana: duelo de conhecimentos
Na quinta-feira, 4, a partir das 20h, o Brasil mede forças com a República Dominicana, que chega com elenco completo. As dominicanas contam com irmãs Martínez, Yonkaira Peña e a líbero Brenda Castillo, atletas com participação anterior em competição interna.
O técnico brasileiro Marcos Kwiek comanda a Dominicana desde 2008, após passagem pela seleção brasileira. Kwiek consolidou a identidade do time pela agressividade ofensiva e pela defesa organizada. O confronto promete ser uma referência tática para as brasileiras.
Bulgária: desafio técnico
No sábado, 6, às 11h, a Seleção enfrenta a Bulgária. A equipe Búlgara tem a ponteira Koleva, campeã da Superliga 2025/26 pelo Praia Clube, como destaque. A votação de favoritismo não elimina dificuldades previstas para o jogo.
Segundo José Roberto Guimarães, encontros com a Bulgária costumam exigir concentração. A última vez entre as equipes ocorreu na terceira semana da VNL 2025, com vitória brasileira por 3 sets a 1 após início lento.
Itália: estrela mesmo sem titulares
Domingo, 7, às 14h30, a Itália retorna com o brilho de uma seleção de alto nível, campeã mundial e olímpica, mas nesta rodada poderá poupar nomes. Paola Egonu, Myriam Sylla, Alessia Orro e Anna Danesi ficarão fora de alguns jogos, ficando a atacante Ekaterina Antropova como referência.
Para Zé Roberto, a Itália continua sendo o time a ser batido. A Itália tem três títulos na VNL e interrompendo a trajetória brasileira na edição anterior, com derrota na final. A partida é vista como o desafio mais duro da semana.
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