Wesley, Danilo e Ibañez aparecem como os principais herdeiros da lateral direita da seleção brasileira na visão de Carlo Ancelotti. O trio integra o terceiro capítulo da série Famiglia Ancelotti, que apresenta os 26 convocados para a busca do hexa na América do Norte. O grupo foi moldado ao longo de três anos e meio de observação, sob quatro treinadores diferentes.
A escolha ocorre em meio a uma mudança de cenário tático, com Éder Militão saindo do eixo defensivo para outras funções. A ideia é manter a disciplina defensiva italiana associada à tradição brasileira na posição. A análise inicial aponta Wesley como favorito para iniciar contra Marrocos, em 13 de junho, em New Jersey.
Perfil de cada jogador
Wesley desponta pela combinação de ataque e recomposição. O jogador da Roma já atua pela esquerda na Serie A, mas foi definido por Ancelotti como lateral-direito, mantendo marcação firme e apoio ao ataque. Sua ascensão envolve passagens pelo Flamengo e por fases de testes frustrados no início da carreira.
Danilo, aos 35 anos, chega como ponta de lança e líder do setor. Com passagem pela Juventus, hoje atua pelo Flamengo e consolida-se como extensão do treinador em campo. A experiência em Copas do Mundo reforça a ideia de que ele poderá organizar o setor com juventude na base e vivência no topo.
Ibañez aparece como a aposta mais versátil entre os três. Gaúcho de Canela, atuou como zagueiro e se adaptou ao estilo italiano com Atalanta e Roma. Pode cobrir a lateral com responsabilidade defensiva, oferecendo apoio conforme necessário e mantendo presença física e velocidade nas coberturas.
Entre na conversa da comunidade