Nilton Petrone é uma referência na fisioterapia esportiva e no Fluminense, conhecido por contribuições que ajudaram a recuperar atletas de alto nível. Entre suas funções, ganhou notoriedade pelo apelido que acompanha sua carreira há décadas: Filé.
A história começa em 1990, quando Romário atuava pelo PSV, da Holanda, e sofreu uma grave lesão no tornozelo com previsão de recuperação de cerca de seis meses. O atacante buscou um protocolo de recuperação acelerada criado por Petrone, então professor universitário.
Ao iniciar a sessão de recuperação na piscina, Romário observou o porte físico de Petrone, pesando cerca de 50 quilos na época. O craque, em tom de brincadeira, chamou o fisioterapeuta de filezinho de borboleta, expressão que rapidamente virou o apelido oficial.
A origem do apelido
O termo foi encurtado para Filé, acompanhando Petrone ao longo de toda a carreira e tornando-se uma das personalidades mais reconhecidas nos bastidores do futebol brasileiro.
Mais de três décadas depois, Nilton Petrone é lembrado pela sua contribuição à recuperação de atletas de elite. O apelido, nascido em uma conversa descontraída na Holanda, permanece como marco de sua trajetória profissional.
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