Danilo Santos, ponta criativo de raiz, mudou de posição e conquistou espaço na expectativa de uma Copa do Mundo. Do Bahia ao Palmeiras, passou a atuar como volante e ganhou a chance de integrar os 26 da seleção para a Copa de 2026.
A reviravolta ocorreu após um conselho simples durante um torneio na República Tcheca, aos 16 anos: soltar a bola. A transição do meio para o volante foi decisiva, com ajustes nos primeiros toques e foco na cadência dos segundos passos. Hoje, ele é visto como aposta de Carlo Ancelotti.
Aos poucos, Danilo ganhou sequência no Botafogo e, antes disso, teve passagens pela Inglaterra e pelo Palmeiras, onde consolidou o papel de volante box-to-box. A retomada física e mental ocorreu entre janeiro e março, fortalecendo a confiança para a Seleção.
Em entrevista ao ge, o jogador revelou memórias de Copa, dificuldades no futebol inglês e o impacto da mudança de posição. Enfatizou a versatilidade: pode atuar como 5, 8 ou até 10, ajudando na transição entre defesa e ataque.
Sobre a Copa, Danilo destacou o peso da competição para o Brasil e a expectativa de jogar diante de milhões. O ziguezague da carreira é visto como construção para uma participação que começa em breve, com objetivos firmes para a seleção.
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