A ciência por trás dos gramados da Copa do Mundo de 2026 chega à partida inaugural. Universidades dos EUA desenvolveram gramados sob medida para estádios em três países, com a meta de oferecer condições de jogo equivalentes entre Vancouver, Monterrey e outras cidades.
As equipes de Tennessee e Michigan State lideraram as pesquisas, buscando duas misturas de grama para diferentes climas. Em locais quentes, a Bermuda foi escolhida; em áreas frias ou cobertas, azevém perene combinado com capim-bluegrass do Kentucky. As mudas nasceram em dez fazendas especializadas.
A organização da Copa prevê 104 jogos em estádios de EUA, Canadá e México, com desafios de temperatura, umidade e iluminação. Vários estádios exigem adaptações para manter o gramado estável ao longo do torneio.
Inovações para o campo
Em Seattle, o gramado natural recebeu drenagem, ventilação e uma camada de areia sob uma estrutura. No Dallas Cowboys Stadium, com teto retrátil, luzes rosas iluminam o gramado para fotossíntese em ambiente sem sol direto.
Tecnologia de ponta pode beneficiar comunidades além dos estádios. Pesquisadores aguardam que sistemas hidropônicos com reciclagem de água tornem gramados mais duráveis em parques e centros esportivos.
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