A Copa do Mundo costuma ser uma vitrine para jogadores em busca de novas oportunidades profissionais. Em 2026, o mercado brasileiro pode se beneficiar com atletas que ficarão sem contrato durante a disputa. A seguir, sete nomes aparecem como opções em potencial para clubes do Brasil monitorarem.
A lista reúne atacantes, volantes e laterais com experiência internacional relevante. Alguns atuaram recentemente em ligas de alto nível, enquanto outros vivem o auge da carreira. Todos mantêm condições de contribuir com diferentes estilos de jogo nas equipes brasileiras.
Destaques da lista
EDIN DZEKO — Atacante, 40 anos, Bósnia. Vem de passagem por Schalke 04, com histórico de gols e Marketing que ajudam a projeção do clube. Futuro indefinido, interesse do Schalke na continuidade.
RAÚL JIMÉNEZ — Atacante, 35 anos, México. Quinto atacante com longas passagens pela Premier League; marcou nove gols na temporada 2025/26 pelo Fulham e ainda pode evoluir o setor ofensivo de equipes brasileiras.
FABINHO — Volante, 32 anos, Brasil. Reserva de Casemiro no Al-Ittihad, não deve renovar e pode retornar ao Brasil. Palmeiras e Fluminense já demonstraram interesse.
RICARDO RODRÍGUEZ — Lateral esquerdo, 33 anos, Suíça. Experiência na La Liga com Betis, também atua como zagueiro em sistemas de três. Conectado a raízes sul-americanas, o Brasil seria uma oportunidade de aproximação.
THOMAS PARTEY — Volante, 32 anos, Gana. Repercussões de 2025/26 no Villarreal com menos minutos; recuperando a forma, é tradicionalmente sólido na contenção e bom nas transições.
JEFFERSON LERMA — Volante, 31 anos, Colômbia. Está no auge da carreira, campeão da Conference League com Crystal Palace. Livre no mercado, pode atrair interessados de clubes brasileiros de porte médio.
KAKU — Meia-atacante, 31 anos, Paraguai. Passou pela MLS e pelo futebol árabe; em 2023 transferiu-se para o Al-Ain e, na última temporada, teve alto volume de assistências, oferecendo opções criativas.
Os nomes acima representam possibilidades para equipes brasileiras com diferentes estratégias de contratação pós-Copa. Os clubes interessados devem avaliar contrato, custos de direitos econômicos e adaptação tática.
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