Duas Copas após o 7 a 1, a CBF volta a manter uma psicóloga na comissão técnica para apoiar uma geração sob intensa pressão. A nomeação busca oferecer confiança a um grupo que sofreu críticas e decepções recentes, com foco em melhorar o desempenho mental e emocional da equipe.
Marisa Santiago, psicóloga do Grêmio, assumiu o cargo em 2014 e trilha formação em terapia cognitivo-comportamental. Ela atua com sessões coletivas e atendimentos individuais, buscando estabilidade emocional e manejo da pressão por parte dos atletas.
A decisão ocorre num contexto em que o Brasil vivenciou momentos de fragilidade emocional, incluindo a fase anterior em que o tema era visto com resistência por parte de jogadores, inclusive Neymar. A presença de uma psicóloga passa a ser comum em grandes clubes da Europa e em outras seleções, facilitando o trabalho no dia a dia da equipe.
Psicologia na Seleção
Desde o retorno à presença de um profissional da saúde mental, a prática visa fortalecer a confiança do grupo e reduzir impactos de críticas externas. Marisa Santiago já acompanhou a Seleção em diferentes fases e prioriza encontros em grupo, com atendimentos também individuais para casos específicos.
Histórico e Impactos
O caso de Richarlison é citado para ilustrar a dimensão emocional enfrentada por atletas de alto rendimento. A gestão psicológica busca oferecer acolhimento, manejo de crises e estratégias de resiliência. A CBF destaca que o objetivo é apoiar o rendimento esportivo sem substituir treinamentos técnicos.
Perspectiva atual
Autoridades e técnicos ressaltam que a atuação da psicologia no esporte moderno vai além de momentos de crise, contribuindo para desempenho contínuo e equilíbrio pessoal. A presença de profissionais especializados é tida como parte integrada da estrutura de preparação da Seleção.
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