Em entrevista ao VEJA em Foco, Edinho, ex-zagueiro e capitão da seleção de 1986, afirmou que a convocação de Neymar para a Copa do Mundo elevou o otimismo da equipe, mesmo diante de dúvidas sobre a condição física do atacante. O programa é apresentado por Marcela Rahal.
Segundo o ex-capitão, a presença de Neymar em campo altera a dinâmica dos adversários e transmite segurança aos colegas. Ele disse que enfrentar Neymar, mesmo com limitações, seria uma grande preocupação para qualquer adversário, e que abrir mão do camisa 10 seria um erro.
Para Edinho, o diferencial de Neymar não é apenas o físico, mas a leitura de jogo. O ex-jogador ressaltou a capacidade de pensar o jogo de forma integrada, o que interfere positivamente no rendimento de companheiros como Vinícius Júnior e Rafinha, aumentando o potencial ofensivo da seleção.
O ex-jogador defende a preservação de Neymar para o mata-mata, destacando que o momento decisivo da competição exige o melhor condicionamento. Ele citou Rivellino, Zico e Ronaldo como exemplos de atletas que superaram dúvidas físicas em fases cruciais.
Antes da Copa, Edinho tinha visão mais pessimista sobre a seleção, diante de mudanças de comando técnico e problemas administrativos na CBF. A convocação de Neymar alterou esse cenário, segundo ele, deixando o treinador exigir uma equipe mais compacta e confiável conforme o torneio avança.
Edinho enfatizou que a experiência e a tomada de decisão do camisa 10 podem ser decisivas para as pretensões brasileiras. Mesmo com dúvidas sobre o condicionamento, ele vê Neymar como capaz de influenciar diretamente o desempenho da equipe.
VEJA+IA: este texto resume trecho do programa VEJA em Foco. Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.
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