A Copa do Mundo de 2026, realizada nos EUA, México e Canadá, já impacta o vestuário das seleções. Além das camisas, as peças usadas fora dos estádios viram tema de moda, com 48 equipes em jogo e mais de 1.200 jogadores convocados. O movimento transforma as peças oficiais em itens de uso cotidiano.
Segundo o designer Douglas de Albuquerque Maranhão, há um claro resgate de elementos de uniformes icônicos no atual ciclo. O retorno de grafismos com referências históricas de cada país é visto como um traço dominante. A produção sugere que o visual da competição passa a dialogar com o universo da moda casual e streetwear.
Para o especialista, o estilo streetwear está presente não apenas nas peças oficiais. O Brasil, por exemplo, já teve camisas com assinatura de marca reconhecida, e outras seleções atuam em direções semelhantes. Inglaterra e França aparecem como exemplos, com parcerias entre marcas esportivas e maisons de moda mantendo a linha trendy da temporada.
Influência streetwear na temporada
A relação entre o design das camisas e peças de uso diário é destacada pelos profissionais. No aspecto prático, a seleção brasileira deve alternar entre a tradicional camisa amarela e a azul durante a primeira fase. A organização também definiu variações de itens de base, incluindo meias brancas ou pretas, shorts em azul ou branco, conforme o confronto.
A proposta de visual dessa Copa envolve cores e grafismos que não se restringem ao campo. Goleiros devem ter cores diferentes da bandeira nacional, com opções como magenta, preta e vermelho, para contrastes nos uniformes secundários. A tendência amplia o uso das camisas fora dos estádios, tornando-se parte do cotidiano de torcedores e fãs.
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