O rope jump, esporte radical que envolve saltar de alturas preso por uma corda não elástica, voltou a chamar atenção após uma fatalidade ocorrida em Limeira (SP). A vítima foi Maria Eduarda de Freitas, 21 anos, lançada da ponte do Esqueleto sem equipamento de segurança no último sábado, 13 de junho de 2026.
A Polícia Civil investiga o caso para apurar as circunstâncias do falecimento. Testemunhas relatam desorganização durante a prática, enquanto a empresa envolvida ainda não divulgou informações detalhadas sobre procedimentos de segurança.
O rope jump não possui regulamentação específica no Brasil, segundo a ABRJP. A associação destaca a necessidade de planejamento rigoroso, equipamentos adequados, protocolos de segurança e treinamento de profissionais para a prática responsável.
Regulamentação e segurança
A prática difere do bungee jump, que utiliza corda elástica. No rope jump, a queda é mais abrupta; no bungee jump, o movimento de subida e descida ocorre devido à elasticidade da corda.
Casos de acidentes existem em ambas as modalidades. Em 2020, houve morte envolvendo corda de bungee jump em Belo Horizonte; já no ano anterior, incidente em São Paulo chamou atenção.
Entre na conversa da comunidade