Bruno Guimarães usa a reverência a Neymar para explicar por que a vitória depende de apoiar ídolos. Em entrevista ao ge, o jogador afirma que torcer pela convocação do camisa 10 não significa omissão de responsabilidade. A ideia é mostrar liderança compartilhada.
Com 28 anos, o jogador com mais jogos pela Seleção no ciclo da Copa destaca Neymar como farol para gerações. Ele compara a influência do atacante com Messi, Cristiano Ronaldo e ícones de outros países, reforçando que admirar não isola ninguém da obrigação de vencer.
Guimarães relembra a frustração com a Copa de 2022 no Catar e explica como transformou a decepção em combustível para 2026. Ele diz ter amadurecido, assumindo maior protagonismo no Newcastle e na seleção brasileira, sob a confiança de Carlo Ancelotti.
Liderança e reconhecimento no grupo
O meio-campista afirma que o reconhecimento público ao Neymar não diminui a responsabilidade de liderar. Segundo ele, a valorização do camisa 10 é parte da construção coletiva para o hexacampeonato.
Ancelotti é citado como responsável por elevar a confiança de Bruno. O treinador tem visto o jogador como peça-chave, reforçando que ele pode cumprir funções de liderança dentro do grupo, especialmente nesta fase de preparação.
Lições de 2022 e foco no presente
Bruno ressalta que a eliminação precoce de 2022 gerou aprendizado importante. Transformar a frustração em trabalho passou a guiar seus treinamentos, com foco em evoluir aspectos técnicos e táticos para a próxima Copa.
Sobre o futuro, ele projeta que este ciclo representa um patamar diferente. A mudança de patamar pessoal e profissional o deixa confiante para apresentar, nesta temporada, o melhor desempenho pela seleção brasileira.
Convivência com as redes sociais
Questionado sobre a abordagem de Casemiro de se afastar de redes durante a Copa, Bruno concorda. Ele enfatiza a importância de manter o foco, reduzir distrações e manter o grupo unido para o objetivo comum.
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