Na véspera da primeira partida de Lionel Messi na sexta e última Copa do Mundo, argentinos disputam a figurinha dourada da Panini que acompanha o álbum oficial. O movimento acontece no Parque Rivadavia, em Buenos Aires, onde colecionadores trocam selos, moedas e figurinhas para completar as 48 seleções do torneio.
O álbum deste ano tem espaço para 980 figurinhas. Entre as novidades, há 20 figurinhas raras de jogadores populares, disponíveis em dourado, prata, bronze e roxo. Em média, uma figurinha extra surge a cada 100 pacotes.
A corrida pelo ouro
A procura aquecida elevou preços e criou uma “mini economia” entre fãs e feirantes. A Panini sugere pacotes com sete figurinhas por cerca de US$ 1,40, mas lojistas informais têm cobrado até US$ 2,10 por pacote.
Entre os participantes, jovens, adultos e até familiares do próprio Messi participam da troca. Um garoto de 14 anos, Franco Logiurato, já completou o álbum e busca a figurinha dourada de Messi, considerada a mais valiosa. Um vendedor relata ter aberto milhares de pacotes sem encontrar a dourada ainda.
Um jovem de 22 anos, Santiago Arce, chegou a oferecer US$ 140 pela dourada, após trocar quatro figurinhas especiais e várias comuns. A carteira de trocas envolve itens como Cristiano Ronaldo, Mbappé, Salah e Jude Bellingham, além de várias outras figuras.
Nem todos estão atrás da versão dourada. Um morador de 11 anos que acabou de tirar Messi de um pacote celebrou a conquista, mesmo sem ter o álbum completo. A Panini informou que a partir de 15 de julho lançará figurinhas avulsas para completar os álbuns, sem as coleções extras.
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